Caros pupilos, para encerrar o semestre, façam e postem nos comentários os seguintes exercícios:
1. A Filosofia no Brasil;
2. A Filosofia em Ibero-america;
3. Quem Tem Medo de Filosofia Brasileira;
4. Filosofia Intercultural;
Bom trabalho a todos.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Positivismo e Realidade Latino-americana
Hoje discutimos as teses de Ricardo Velez Rodriguez (IBF), positivismo e realidade latino-americana, vamos conversar um pouco:
a) Quais as semelhanças entre o positivismo comtiano e o estado patrimonial latino-americano?
b) Relacione mentalidade cientificista, autoritarismo e positivismo.
c) Qual a relação apontada pelo autor entre positivismo e socialismo?
d) De que modo os princípios positivistas são paradigmáticos para expressar a mentalidade latino-americana?
e) De que modo o contexto em que emerge o positivismo influencia sua ideologia?
f) Além de Saint-Simon, quais outros autores influenciaram a obra de Comte?
a) Quais as semelhanças entre o positivismo comtiano e o estado patrimonial latino-americano?
b) Relacione mentalidade cientificista, autoritarismo e positivismo.
c) Qual a relação apontada pelo autor entre positivismo e socialismo?
d) De que modo os princípios positivistas são paradigmáticos para expressar a mentalidade latino-americana?
e) De que modo o contexto em que emerge o positivismo influencia sua ideologia?
f) Além de Saint-Simon, quais outros autores influenciaram a obra de Comte?
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Dicas de estudo em Filosofia do Brasil e América Latina
Seguem alguns tópicos de estudo para filosofia brasileira e latino-americana:
Autores: Leopoldo Zea, Danilo Marcondes, Hilton Japiassú, Raul Fornet-Betancourt, Antonio Paim, Gabriel Santiago.
Autores: Leopoldo Zea, Danilo Marcondes, Hilton Japiassú, Raul Fornet-Betancourt, Antonio Paim, Gabriel Santiago.
Temas: A filosofia brasileira e latino-americana é original? Quais as etapas da filosofia brasileira? Quais as instituições e veículos mais relevantes? Há relação da filosofia brasileira com o neo-kantismo? Que é filosofia da libertação e qual seu contexto?
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História da Filosofia Latino-americana
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Um filósofo da América Latina
A propósito da entrevista de Leopoldo Zea (Ciência Hoje, n. 85, vol 15, out 1992) sobre a Filosofia na América Latina, responda as questões abaixo:
01 - Quais os modelos e personagens historicamente significativos na construção de uma identidade latino-americana de acordo com Leopoldo Zea e a qual tradição epistemológica se filia este autor?
02 - Como resolver, segundo o autor antinomia aparente entre identidade e diferença na América Latina?
03 - Qual o papel do Brasil e as sugestões para se evitar a dominação no contexto latino-americano?
04 - Você considera que há alguma relação entre o bolivarismo e a Cúpula das América,s umas das quais se reuniu semana passada na Isla Margarita, Venezuela para tratar, dentre outros assuntos, da crise de Honduras? Justifique sua resposta.
05 - Quais os modelos de integração suferidos por Zea para a América Latina?
06 - Como conciliar a busca de originalidade, tão cara ao pensamento latino-americano e a necessidade de integração?
07 - Qual a visão de Zea sobre o atual Estados Unidos e o papel das instituições acadêmicas no processo de integração?
04 - Você considera que há alguma relação entre o bolivarismo e a Cúpula das América,s umas das quais se reuniu semana passada na Isla Margarita, Venezuela para tratar, dentre outros assuntos, da crise de Honduras? Justifique sua resposta.
05 - Quais os modelos de integração suferidos por Zea para a América Latina?
06 - Como conciliar a busca de originalidade, tão cara ao pensamento latino-americano e a necessidade de integração?
07 - Qual a visão de Zea sobre o atual Estados Unidos e o papel das instituições acadêmicas no processo de integração?
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Leopoldo Zea: um filósofo da América Latina
Em entrevista publicada na Revista Ciência Hoje, 1992, o mexicano Leopoldo Zea, ligado ao PRI, explica sua posição sobre os projetos de integração aos quais a América Latina foi submetida: a primeira tentativa, do século XIX, consistiu na integração política com Simón Bolívar. Fracassou graças às lutas internas e à associação Brasil, EUA e Argentina. A segunda tentativa de integração foi econômica e também consistiu na perda de autonomia, ou seja, na globalização de uma localidade unicamente estadunidense. A proposta do intelectual Zea, para que o filósofo não soluciona, mas reflete racionalmente acerca dos problemas concretos da polis, consiste na integração na liberdade. Para efetivar este processo, partir das aspirações comuns, sem negar as diferenças é um princípio fundamental. Assim, Zea antecipa, ainda que inicialmente, as propostas da filosofia intercultural de Raul Fornet-Betancourt e as reflexões de Boaventura de Souza Santos com relação à perspectiva multicultural acerca dos direitos humanos. A entrevista completa está disponível em downloads do site www.filosofianet.org
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Filosofia da Libertação e Pensamento Latino-Americano
Tomando por ponto de partida o artigo de Gabriel Santiago, Ffilosofia da Libertação, 2007, responda:
a) Qual o sentido e contexto da ilustração da capa que mostra uma mão aberta com o mapa da América Latina na palma da mão na cor vermelha?
b) Qual o projeto da filosofia da libertação para a América Latina?
c) Qual o contexto e como surgiu a filosofia da libertação? Quem foi o responsável por esta corrente da filosofia?
d) Esta modalidade de filosofia latino-americana guarda alguma relação com a filosofia intercultural tal como proposta por Raul Fornet-Betancourt?
e) Quem foi Inca Garcilaso de la Vega e qual sua importância para a filosofia latino-americana?
f) Quantas e quais as linhas mais significativas do movimento Filosofia da Libertação?
g) Qual o papel de Enrique Dussel, Leopoldo Zea e Salazar Bondy na Filosofia da Libertação?
h) Quando foi lançado o movimento Filosofia da Libertação?
i) Quais as tendências epistemológicas em que se apóia a filosofia da libertação?
a) Qual o sentido e contexto da ilustração da capa que mostra uma mão aberta com o mapa da América Latina na palma da mão na cor vermelha?
b) Qual o projeto da filosofia da libertação para a América Latina?
c) Qual o contexto e como surgiu a filosofia da libertação? Quem foi o responsável por esta corrente da filosofia?
d) Esta modalidade de filosofia latino-americana guarda alguma relação com a filosofia intercultural tal como proposta por Raul Fornet-Betancourt?
e) Quem foi Inca Garcilaso de la Vega e qual sua importância para a filosofia latino-americana?
f) Quantas e quais as linhas mais significativas do movimento Filosofia da Libertação?
g) Qual o papel de Enrique Dussel, Leopoldo Zea e Salazar Bondy na Filosofia da Libertação?
h) Quando foi lançado o movimento Filosofia da Libertação?
i) Quais as tendências epistemológicas em que se apóia a filosofia da libertação?
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Kant e o Criticismo no Bicentenário da Crítica da Razão Pura
Com base no texto do neokantiano da escola culturalista, Nelson Saldanha (1982), Kant e o Criticismo no Bicentenário da Crítica da Razão Pura, responda os questionamentos:
a) Por que estudar a CRP (1781) num país subdesenvolvido?
b) Qual a relação do tema da cultura com a filosofia kantiana?
c) Que significa, com base na hipótese de Miguel Reale, definir a filosofia kantiana como uma ontognoseologia?
d) Delineie o percurso da história da filosofia de Hume até Kant.
e) De que modo a metáfora platônica da caverna serve para caracterizar a filosofia kantiana?
a) Por que estudar a CRP (1781) num país subdesenvolvido?
b) Qual a relação do tema da cultura com a filosofia kantiana?
c) Que significa, com base na hipótese de Miguel Reale, definir a filosofia kantiana como uma ontognoseologia?
d) Delineie o percurso da história da filosofia de Hume até Kant.
e) De que modo a metáfora platônica da caverna serve para caracterizar a filosofia kantiana?
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terça-feira, 1 de setembro de 2009
Iluminismo e os Reis Filósofos
Vamos conversar um pouco sobre o final do livro O Iluminismo e os Reis Filósofos, de Luiz Roberto Salinas Fortes...
1. Quantas e quais unidades utiliza o professor Salinas para falar do tema?
2. Qual a relação do baralho com o iluminismo e qual a principal características desta filosofia?
3. Após discorrer apaixondamente sobre o tema, a que conclusão chega o professor Salinas sobre a Revolução Francesa e os anseios libertários dos filósofos das luzes?
4. Qual é a grande divisa filosófica do iluminismo e seu lema tendo por base o texto O que é a Aufklärund? de Emmanuel Kant?
5. Há alguma relação entre a Revolução Francesa e Hegel?
6. Aponte a relação da burguesia e a relação de desilusão apontada por Salinas em relação aos novos ideiais revolucionários.
7. Qual a relação entre capitalismo e revolução francesa?
8. Que significa a metáfora de castelo de cartas derubado pela posteridade aplicada ao iluminismo (p. 88)?
9. Há relação entre iluminismo e totalitarismo?
10. De que serve o iluminismo, uma vez que foi tão contraditório?
1. Quantas e quais unidades utiliza o professor Salinas para falar do tema?
2. Qual a relação do baralho com o iluminismo e qual a principal características desta filosofia?
3. Após discorrer apaixondamente sobre o tema, a que conclusão chega o professor Salinas sobre a Revolução Francesa e os anseios libertários dos filósofos das luzes?
4. Qual é a grande divisa filosófica do iluminismo e seu lema tendo por base o texto O que é a Aufklärund? de Emmanuel Kant?
5. Há alguma relação entre a Revolução Francesa e Hegel?
6. Aponte a relação da burguesia e a relação de desilusão apontada por Salinas em relação aos novos ideiais revolucionários.
7. Qual a relação entre capitalismo e revolução francesa?
8. Que significa a metáfora de castelo de cartas derubado pela posteridade aplicada ao iluminismo (p. 88)?
9. Há relação entre iluminismo e totalitarismo?
10. De que serve o iluminismo, uma vez que foi tão contraditório?
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
Quem tem medo de filosofia brasileira?
O artigo, assinado por Antonio Paim, escrito no início dos anos 80, publicado no Estado de São Paulo e reeditado pela revista presença troveja contra a Filosofia da Libertação, sua presença no departamento de filosofia da PUC, associa esta modalidade de filosofia à teologia de libertação e transformação da filosofia em aparelho ideológico do partido comunista de influência soviética. Além disso, afirma que a filosofia brasileira parte do rompimento com o positivismo e explora as categogias culturais a partir do neokantismo. Para seguir a conversa responda nos comentários as seguintes questões:
1 - Qual a instituição de Paim, ano em que o texto foi escrito e o veículo em que foi publicado?
2 - Que é filosofia brasileira? qual sua relação com os neo-kantianos?
3 - Quem são so inimigos da filosofia brasileira?
4 - Quais as diversas tendências da filosofia católica no Brasil atualmente?
5 - Aponte o contexto do artigo de Paim e o posicionamento dele em relação ao autoritarismo?
1 - Qual a instituição de Paim, ano em que o texto foi escrito e o veículo em que foi publicado?
2 - Que é filosofia brasileira? qual sua relação com os neo-kantianos?
3 - Quem são so inimigos da filosofia brasileira?
4 - Quais as diversas tendências da filosofia católica no Brasil atualmente?
5 - Aponte o contexto do artigo de Paim e o posicionamento dele em relação ao autoritarismo?
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terça-feira, 11 de agosto de 2009
Danton: o processo da Revolução
Por Reymond e André, acadêmicos de Filosofia/UCDB.
O século XVIII foi um período no qual floresceram muitos ideais entre os quais figura ideal de homem aventado pelos filósofos Iluministas que basicamente é um homem que faz o uso de sua razão a qual o livra da obscuridade, da superstição e, consequentemente, do medo e da sujeição provenientes da ignorância.
O filme Danton (França, 1983): o processo da Revolução se passa no final desse século, portanto, dentro de um contexto de efervescência de ideais eminentemente iluministas os quais são buscados em outras situações históricas de outros países que proclamaram sua independência em relação aos sistemas monárquicos. Desde esse ponto de vista, o grande feito da revolução francesa se deve em grande parte ao sangue de outros povos que não os franceses como genitores de uma mentalidade de liberdade que, em primeira instância, encantou os filósofos como, por exemplo, Voltaire, Rousseau, D’Alembert, Diderot, entre outros.
Traço significativo do filme é o assento nos Direitos do Homem os quais foram proclamados durante a revolução francesa como coroamento da vitória sobre o regime absolutista que os ignorava por completo. Tal assento se dá em dois momentos, logo no inicio e bem no fim. No inicio do filme uma empregada de Robespierre ensina ao seu irmão os direitos do homem e no final, depois de ter sofrido para decorar, o menino (irmão da empregada) os proclama ao mesmo Robespierre. Fato interessante dessa cena é que, neste momento, o líder dos jacobinos está numa grande crise de consciência justamente por estar cônscio de que está infringindo os direitos do homem instaurando um período de decapitações dos rivais entre os quais está George Danton à revolução- no seu entender- o que ficou conhecido como o Terror.
O processo que deu consecução a revolução francesa possui esse paradoxo, ou seja, proclama os direitos do homem, mas os negligencia em prol de um regime totalitarista. Então, cabe a pergunta: direitos de que homem? Direitos somente para os homens? Direitos para quais homens?
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
La Filosofía Americana como Filosofía Sin Más
Para Leopoldo Zea, autor de La Filosofía Americana como Filosofía Sin Más (1969), obra na qual debate com Salazar Bondy (1968) comenta que o preconceito com relação ao Novo Mundo manifestou-se também no âmbito da filosofia, pois na América Latina, este debate culminou na pergunta sobre nosso direito ao Verbo, ao Logos ou a Palavra, isto é, a filosofia. Esta classe de pergunta somente é feita na América devido à sua identidade descoberta, conquistada e colonizada.
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domingo, 2 de agosto de 2009
Filosofia Intercultural
Raúl Fornet-Betancourt, filósofo e ensaísta, é professor na Universidade de Bremen (Alemanha) e coordenador do programa de Ética do Discurso e do Diálogo Norte/Sul. Na coletânea Alteridade e Multiculturalismo, organizada por Antonio Sidekum, (Editora Unijuí, 2003, p. 299-316) escreve sobre os Pressupostos, limites e alcances da filosofia intercultural. Para debate, proponho as seguintes questões sobre este artigo:
01 – Do que trata a filosofia intercultural, qual a relação com a filosofia da cultura e que novidade esta área traz em relação à filosofia acadêmica?
02 – Qual o terceiro pressuposto da filosofia intercultural e qual sua novidade paradigmática?
03 – Qual o ponto de partida teórico da filosofia intercultural? A filosofia relaciona-se com etnia ou cultura.
04 – Explicite o programa da filosofia intercultural para a filosofia universal.
01 – Do que trata a filosofia intercultural, qual a relação com a filosofia da cultura e que novidade esta área traz em relação à filosofia acadêmica?
02 – Qual o terceiro pressuposto da filosofia intercultural e qual sua novidade paradigmática?
03 – Qual o ponto de partida teórico da filosofia intercultural? A filosofia relaciona-se com etnia ou cultura.
04 – Explicite o programa da filosofia intercultural para a filosofia universal.
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quarta-feira, 29 de julho de 2009
A Filosofia no Brasil
O verbete A Filosofia no Brasil, do Dicionário Básico de Filosofia, (Danilo Marcondes e Hilton Japiassú), editora Zahar, propõe os seguintes temas a respeito do assunto. Comente-os:
01 - Quais as duas fases da filosofia no Brasil?
02 - Qual o papel das instituições acadêmicas na disseminação da filosofia?
03 - Quando iniciou o ensino de filosofia no Brasil?
04 - Quais as correntes e representantes mais significativos que se destacaram fora das universidades?
05 - Quem foram os pioneiros a desenvolver o pensamento filosófico brasileiro?
01 - Quais as duas fases da filosofia no Brasil?
02 - Qual o papel das instituições acadêmicas na disseminação da filosofia?
03 - Quando iniciou o ensino de filosofia no Brasil?
04 - Quais as correntes e representantes mais significativos que se destacaram fora das universidades?
05 - Quem foram os pioneiros a desenvolver o pensamento filosófico brasileiro?
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terça-feira, 21 de julho de 2009
Que é esclarecimento?
O prof. Luiz Roberto Salinas, em seu livro O Iluminismo e os Reis Filósofos (2004, p. 18), comenta que, no iluminismo, o mais importante era assinalar a nova atitude do homem frente ao universo. Este deixava de ser visto como manifestação de uma transcendência no limite absolutamente incompreensível e se convertir aem campo de exploração a ser sdubmtido livremente à capacidade de julgar, pesar, avaliar, juntar ou separar de que os indivíduos começavam a se tornar cada vez mais conscientes. Nos próximos posts, iremos tratar de desmarcarar este protocolo de boas intenções do iluminismo ou como ele foi destroçado...
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terça-feira, 2 de junho de 2009
Immanuel Kant
Filósofo de Koenigsberg, antiga Prússia, atual Kaliningrado, Rússia. Este filósofo foi responsável pela Revolução Copernicana, resultado do despertar epistemológico do sono metafisico causado pela leitura do cétido inglês David Hume. Nasceu em 1724 e morreu em 1804. Sua revolução epistêmica é o resultado do deslocamento do eixo da origem do conhecimento do objeto para o sujeito. Entre os kantianos brasileiros, podemos inscrever Nelson Saldanha. Relacionado ao iluminismo alemão e autor de clássico intitulado "Resposta à Pergunta O Que é o Iluminismo?"
Dicas de leitura: Kant e o Criticismo no bicentenário de Crítica da Razão Pura e O Iluminismo e os Reis Filósofos.
Dicas de leitura: Kant e o Criticismo no bicentenário de Crítica da Razão Pura e O Iluminismo e os Reis Filósofos.
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Kant
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Mônada
O Dicionário de Filosofia de Nicola Abbagnano, Martins Fontes, São Paulo, 1998 esclarece que por ter significado diferente de Unidade (v.), esse termo designa uma unidade real inextensa, portanto espiritual. Giordano Bruno foi o primeiro a empregar esse termo nesse sentido, concebendo a M. como o minimum, como unidade indivisível que constitui o elemento de todas as coisas (Deminimo, 1591; De Monade, 159D- O termo foi retomado no mesmo sentido pelos neo-platônicos ingleses, especialmente por H. More, que elaborou o conceito das "M. físicas", inextensas, portanto espirituais, como componentes da natureza (Enchiridion Metaphy-sicum, 1679, I, 9, 3). A partir de 1696, Leibniz lançou mão desse termo para designar a substância espiritual enquanto componente simples do universo. Segundo Leibniz, a M. é um átomo espiritual, uma substância desprovida de partes e de extensão, portanto indivisível. Como tal, não pode desagregar-se e é eterna; só Deus pode criá-la ou anulá-la. Cada M. é diferente das outras, pois não existem na natureza dois seres perfeitamente iguais (v. Identidade dos indiscerníveis). Toda M. constitui um ponto de vista sobre o mundo, sendo, portanto, todo o mundo de determinado ponto de vista (Monad., 1714, § 57). As atividades fundamentais da M. são a percepção e a apetição, mas as M. têm infinitos graus de clareza e distinção: as providas de memória constituem as almas dos animais, e as providas de razão constituem os espíritos humanos. Mas a matéria também é constituída por M., ao menos a matéria segunda, já que a matéria primeira é a simples potência passiva ou força inercial {Op., ed. Gerhardt, III, pp. 260-61). A totalidade das M. é o universo. Deus é "a unidade primitiva ou substância simples originária; todas as M., criadas ou derivadas, são suas produções e nascem, por assim dizer, por fulguração contínua da divindade, de momento em momento" {Monad., § 47). As características dessa doutrina de Leibniz reaparecem sempre que os filósofos recorrem ao conceito de M., e estão substancialmente presentes nas doutrinas metafísicas do espiritualismo contemporâneo. Atente-se para o sabor leibniziano do seguinte trecho de Husserl: "A constituição do mundo objetivo comporta essencialmente uma harmonia de M., mais precisamente uma constituição harmoniosa particular em cada M. e, por conseguinte, uma gênese que se realiza harmoniosamente nas M. particulares" {Cart Med., § 49) (v. Espiritualismo).
MONADOLOGIA (in. Monadology, fr. Monadologie, ai. Monadologie, it. Monadologid). Este termo serviu a Leibniz de título à breve exposição de seu sistema, composta a pedido do príncipe Eugênio de Savóia, em 1714. O termo permaneceu para designar a doutrina das mônadas. Kant intitulou M.physica um escrito de 1756. E o termo desde aquela época ocorre freqüentemente (cf. p. ex. Renouvier e Prat, Nouvelle monadologie, 1899).
MONADOLOGIA (in. Monadology, fr. Monadologie, ai. Monadologie, it. Monadologid). Este termo serviu a Leibniz de título à breve exposição de seu sistema, composta a pedido do príncipe Eugênio de Savóia, em 1714. O termo permaneceu para designar a doutrina das mônadas. Kant intitulou M.physica um escrito de 1756. E o termo desde aquela época ocorre freqüentemente (cf. p. ex. Renouvier e Prat, Nouvelle monadologie, 1899).
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sexta-feira, 22 de maio de 2009
Filosofia da Internet
Entre os teóricos importantes para o filósof refletir sobre as novas tecnologias da informação e comunicação, temos de citar o filósofo Pierre Levy para quem a internet tem um grande potencial de reforçar a democracia, usando como argumento que os estado onde não há democracia, o acesso à rede mundial também é censurado, além da possibilidade de postar conteúdo na rede e não ser apenas consumidor passivo das mídias de massa tradicionais. Outros nomes relevantes nos estudos de midialogia são o matemático Symour Papert e o professor José Armando Valente (UNICAMP).
O filósofo como um profissional que vive e reflete sobre a pólis não pode negligenciar esta ágora digital que é internet...
O filósofo como um profissional que vive e reflete sobre a pólis não pode negligenciar esta ágora digital que é internet...
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Regras para a Direção do Espírito
O conceito de espírito na filosofia cartesiana é oposto de matéria, extensão e é indivisível, porém seu significado é eu mesmo enquanto sou uma coisa que pensa. O livro Regras para a Diureção do Espírito é uma obra póstuma e inconclusa de René Descartes (1596-1650), considerado pai da modernidade por ter rompido com o aparato conceitual da escolástica medieval para edificar seu própriop sistema. Por isso, considerado fundador da filosofia moderna...
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terça-feira, 12 de maio de 2009
Descartes e a Modernidade
Decartes é o pai da modernidade porque foi um filósofo clássico (influenciado por Platão, Sócrates, Agostinho e Galileu) no sentido de construir um sistema amparado por uma metafísica (mecanicista) e em uma teodicéia (teologia natural), porém a novidade de sua filosofia está no fato de que sua visão matemática de mundo procurar estabelecer um fudamento sólido de natureza matemática para a filosofia, projeto do século XVIII. A este respeito é possível consultar o Discurso sobre o Método e a História da Filosofia Moderna de Giovanni Reale, volume II. Recomendo também a leitura do Iluminismo e os Reis Filósofos do prof. Salinas. Não podemos deixar de mencionar a queda deste filósofo pelo desejo de controle sobre o mundo mediante a aplicação de um método que desembocará numa razão instrumentalizado tão coerente cos os anseios da nova classe social que se estabeleceria no poder com a Revolução Francesa. Livro indicado para leitura: REGRAS PARA A DIREÇÃO DO ESPÍRITO.
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Filosofia Moderna
terça-feira, 5 de maio de 2009
Modernidade Desejada
Descartes, um dos pais franceses da modernidade, defende o método racional como princípio passível de compreender-interferir (n)o real. Tinha a pretensão de construir um sistema, anunciado no Discurso do Método (1632). Será a razão um princípio capaz de dar conta do real? Não terá a razão, decorridos 400 anos do grande racionalismo do século XVII, instrumentalizada pelo capitalismo e convertida em produtos à venda nas prateleiras?
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Filosofia Moderna
domingo, 3 de maio de 2009
Filosofia e Pólis

Filosofia é uma criação da pólis, embora se refira a tradições anteriores a esta. Assim, filosofia trata dos problemas da vida prática, social, coletiva, dos homens, ao contrário do que afirmam os puristas e detratores deste tipo de saber. Outra conclusão possível é que tratar de política e normatização da vida coletiva é assim atividade do filosófo, além do que, esta disciplina não se presta somente a refletir, mas trata do fundamento da ação, da sua ética ou da falta de ética. A coruja é o símbolo da filosofia, animal observador, levanta vôo noturno e imagem relacionada à deusa Minerva, personificação da justiça.
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