terça-feira, 2 de junho de 2009

Immanuel Kant

Filósofo de Koenigsberg, antiga Prússia, atual Kaliningrado, Rússia. Este filósofo foi responsável pela Revolução Copernicana, resultado do despertar epistemológico do sono metafisico causado pela leitura do cétido inglês David Hume. Nasceu em 1724 e morreu em 1804. Sua revolução epistêmica é o resultado do deslocamento do eixo da origem do conhecimento do objeto para o sujeito. Entre os kantianos brasileiros, podemos inscrever Nelson Saldanha. Relacionado ao iluminismo alemão e autor de clássico intitulado "Resposta à Pergunta O Que é o Iluminismo?"
Dicas de leitura: Kant e o Criticismo no bicentenário de Crítica da Razão Pura e O Iluminismo e os Reis Filósofos.

2 comentários:

  1. A história que o Agostinho popularizou, outrora, apenas tinha sentido dentro de um plano divino, estagnou nos porões enquanto Napoleão cultivava sua megalomania, ou seja, com o despertar epistemológico alguns “pensamentinhos” foram pro escambau!.
    Que fiasco, não é professor? Tinha que aparecer um jogador de sinuca na história da filosofia, isso sôa despretencioso, mas dá pra perceber que pro “certinho” Kant o importante mesmo foi o referencial para impor o seu criticismo. Quem for conferir o Nelson Saldanha nem precisa se preocupar com as urucubacas que resultou no Iluministmo, afinal de contas as apostas, digo, as discursões continuam fervendo a Crítica da Razão pura no caldeirão dos pesquisadores, além do mais, o sono metafísico certamente não é mais um impasse, mas não façamos muito barulho; que o nosso amigo Leibiniz descanse em paz.

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  2. A pedido de muitos,voltei!!E quero dizer,que esse blog,é D+,só porque o filósofo pós-moderno Neimar Machado de Souza,faz questão de anotar as suas reflexões neste espaço do povo.Vamos deixar de apologia e vamos,comentar.Kant(1724-1804),é o cara da vez.'Ousar a pensar por sí mesmo' é a própia Filosofia da Libertação acontecendo,porque toda vez que o um ente pensante pensa a só própria realidade em que está enserido,é a FIlosofia da Libertação sendo no sentido estrito da palavra.Para aqueles,que não acreditam no que estou afirmando,é só ler um pouquinho da Revolução Cubana(1959) e saberão doque continuo falando.Após ler o capítulo do Kant em G.Reale,cheguei a conclusão que vou ler mais uma vez,só para eu ter a certeza,de que tudo que eu li não estava claro e muito menos distinto,por vou ler e reler quantas vezes precisar.POr hoje,fique por aqui!

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