Descartes, um dos pais franceses da modernidade, defende o método racional como princípio passível de compreender-interferir (n)o real. Tinha a pretensão de construir um sistema, anunciado no Discurso do Método (1632). Será a razão um princípio capaz de dar conta do real? Não terá a razão, decorridos 400 anos do grande racionalismo do século XVII, instrumentalizada pelo capitalismo e convertida em produtos à venda nas prateleiras?
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Muito legal o texto.Depois quero postar os meus também.Ok.
ResponderExcluirAo falarmos de Descartes(1596-1650, temos que falar concomitantemente do Sr.Kant(1724-1804).
ResponderExcluirDito isso,Kant divide o mundo filosófico em duas grandes partes, a saber:1-Fenômeno e 2- Nôumeno=caisa em si mesmo.Assim sendo,para Kant a "coisa em si" só pode ser pensada e não conhecida.Em última análise,o mundo do conhecimento na época de Kant estava estratificado nas seguintes correntes de pensamento: de uma lado o Racionalismo e de outro o Emperismo Cético.Podemos ficar por aqui.
O que é que ainda não foi transformado em mercadoria e está à venda nas prateleiras?
ResponderExcluirD - M - D`
Circulação capitalista de mercadorias
Produzir para valorizar o valor e se possível valorizar o valor sem produzir.