Decartes é o pai da modernidade porque foi um filósofo clássico (influenciado por Platão, Sócrates, Agostinho e Galileu) no sentido de construir um sistema amparado por uma metafísica (mecanicista) e em uma teodicéia (teologia natural), porém a novidade de sua filosofia está no fato de que sua visão matemática de mundo procurar estabelecer um fudamento sólido de natureza matemática para a filosofia, projeto do século XVIII. A este respeito é possível consultar o Discurso sobre o Método e a História da Filosofia Moderna de Giovanni Reale, volume II. Recomendo também a leitura do Iluminismo e os Reis Filósofos do prof. Salinas. Não podemos deixar de mencionar a queda deste filósofo pelo desejo de controle sobre o mundo mediante a aplicação de um método que desembocará numa razão instrumentalizado tão coerente cos os anseios da nova classe social que se estabeleceria no poder com a Revolução Francesa. Livro indicado para leitura: REGRAS PARA A DIREÇÃO DO ESPÍRITO.terça-feira, 12 de maio de 2009
Descartes e a Modernidade
Decartes é o pai da modernidade porque foi um filósofo clássico (influenciado por Platão, Sócrates, Agostinho e Galileu) no sentido de construir um sistema amparado por uma metafísica (mecanicista) e em uma teodicéia (teologia natural), porém a novidade de sua filosofia está no fato de que sua visão matemática de mundo procurar estabelecer um fudamento sólido de natureza matemática para a filosofia, projeto do século XVIII. A este respeito é possível consultar o Discurso sobre o Método e a História da Filosofia Moderna de Giovanni Reale, volume II. Recomendo também a leitura do Iluminismo e os Reis Filósofos do prof. Salinas. Não podemos deixar de mencionar a queda deste filósofo pelo desejo de controle sobre o mundo mediante a aplicação de um método que desembocará numa razão instrumentalizado tão coerente cos os anseios da nova classe social que se estabeleceria no poder com a Revolução Francesa. Livro indicado para leitura: REGRAS PARA A DIREÇÃO DO ESPÍRITO.
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Ainda acerca do Pai da Filosofia Moderna(Cf.M.Chauí),Descartes(1596-1650),introduz a Dúvida como meio para se alcançar a Verdade indubitável.Porém,a dúvida cartesiana é distinta frente á dúvida dos Céticos.Dito isso,Descartes(1596-1650)ao nos apresentar a dúvida como estratégia para se alçar a verdade,o mesmo nos impele para as "águas mais profundas" do conhecimento a priori,pois se dúvido motivado em alcançar a verdade,logo serei salvo e encontrari a verdade indubitável.
ResponderExcluirDando continuidade a nossa reflexão acerca de Descartes(1596-1650) é licito afirmarmos,que o caminho para alcançarmos a verdade parte da dúvida metódica e não da plena certeza,pois uma vez,que dúvidamos a via para alçarmos a verdade estar por vir.Dúvide e chegarás á verdade indubitável.
ResponderExcluirProfessor,Neimar Machado! POr favor,me ajude a responder a seguinte pergunta:
ResponderExcluirSe a modernidade(Séc.XVII)não tivesse legado o método cartesiano, o que seria da humanidade?
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ResponderExcluirNa aula passada foi inevitável perceber que você, Professor, de duas possíveis situações, figura como suspeito em pelo menos uma; ou "curiou" os videozinhos do Paulo Ghirardelli, ou bateu um papão com o professor Marcelo antes de preparar a aula da última segunda feira...("Ave Credo"! Esse fatídico dualismo platônico incrustado nas homilias do Padre Marinone me percegue)...Explico; Ambos usaram de forma semelhante a seguinte expressão: "Descartes é um filósofo clássico, porque sobre a base da filosofia moderna procura construir seu edifício do conhecimento metafísico", é o que está anotado no meu caderno. E por falar nisso, professor Neimar, eu até já avisei o pessoal lá no Bloco "C" que não vou mais jogar Baralho no intervalo com os alunos do Curso de Administração, motivo; sempre tem um engraçadinho que fica me dizendo: "descarte, descarte", antes vou dar mais ênfase nas leituras que ficar ouvindo trocadilhos dos outros, só porque agora é que o assunto ta ficando “massa”...E é claro, ainda mais quando que um certo comentário, nada, nada depreciativo, faz alusão aos mesmos adeptos da jogatina, sim, os mesmos tais que ficam me chamando para ir lá no Fly...Já sobre o famigerado Kant, você afirmou que ele passou a vida inteira tentando solucionar o Problema Cartesiano, Éhh...é isso que dá se comprometer com os problemas alheios, não é? Não vou fazer propaganda, nem dizer o nome de um sarcástico cinéfilo, e diga-se de passagem, também um revoltado leitor de Voltaire, que sorrateiramente susurrou na sala, referindo-se ao Kant..."Viva por nada, ou morra por alguma coisa"...Ahh...Nada pessoal, mas a desconfiança de que o Paulo Ghirardelli, Vulgo “O Filósofo, aparenta estar o tempo inteiro embriagado não é só minha, afinal algum leitor descontestualizado, por termos mencionado um tipo de estabelecimento cujo sentido da existência é favorecer, desde que paguem, se sorva líquidos de procedência duvidosa, uma vez que, só por ter tocado de leve o assunto, pode querer saber se não seria ele um assíduo cainita freqüentador de “bares”.
ResponderExcluirpersegue. bom, como a coruja de Minerva levanta vôo noturno, de acordo com o auto-intitulado filósofo, resta saber em que boteco. rs.
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